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É esta certeza que o tempo intercepta
– grave rumor do salgueiro ao vento
vento rumor próprio do tempo.
É esta certeza que o rio desenha
na água o vidro....no fundo a sombra
sombra da sombra que se faz na água.
É esta certeza que o vento impele
na água a folha ....no fio do tempo
tempo do tempo que o rio engendra.
É esta certeza que o rumor acende
e deixa no ar redemoinhos
círculos de vento que o vento leva.
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em O FRIO DOS DIAS - esgotado
30 comentários:
certeza e rumor antónimos quase, verdades actuais.
Bj.
É esta certeza que o vento impele..
Certezas? Não há nenhumas.
Só o conhecimento do desconhecido.
Espero que tenha passado um óptimo dia de S.Valentim.
Um grande abraço.
É aquela certeza que o vento leva. Um abraço.
Não conhecia. mais um a acrescentar à lista.
Ainda bem que está esgotado!!!
Hoje é dia de aniversário! Aceitas uma fatia de bolo?! Beijinhos grandes, amigo...
"vento rumor próprio do tempo"... É isso, é isso que eu procurava ler hoje... Obrigado.
Fica bem,
Miguel
tempo, rio, vento, rumor, redemoinhos.. Tem de ficar atento, pois tudo passa num piscar de os olhos.
Tenha um bom fim de semana,
Rodrigues Bomfim
Olá.
Espero que não te importes que tenha levado "emprestado" um dos teus poemas. Esta foi uma decisão, que há muito tento tomar, mas sem conseguir escolher, uma vez que gosto da maioria da tua poesia.
Algum inconveniente, será de imediato retirado.
Grata pela partilha.
Um abraço e bom fim de semana ;)
Amo redemoinhos!!
Boa tarde Vieira!!
De todas as certezas é que o salgueiro não se curva ao vento.
É aquela certeza de ler esses versos de tanta beleza!
Bom fim de semana!
Beijos
Que o fim de semana traga inspirações como esta
E o vento sempre leva
leva o tempo
leva a vida
leva as águas
leva as folhas
O vento também tras
rumores e redemoinhos...
Um beijo
passei p desejar bom fim d semana...
qt a lagrima... ra de tristeza...
beijos***muitos...
Certezas do tempo incerto...
Ilusões, pergunto-me... porque não consigo ter certezas... talvez meias certezas...
Bjs
O rio desenha no fundo a sombra, sombra que é água.
Obrigado por este momento
... e os teus poemas. Ainda bem que ainda nos conseguimos surpreender, ou reconhecer!
Beijos:)
Gosto do seu blog
Pena não postar mais vezes
"no entanto é preciso cantar,
mais que nunca é preciso cantar"
me veio esta canção na mente ...
lindo,
sempre muito tocante...
um beijo de fim de semana
Belíssimo caro V-C.
Z.
É essa certeza de que algumas coisas serão eternas, mesmo mudando em cada dia. Como o vento, a água e o rumor do tempo.
Belo!
É esta certeza que sempre tenho,
de que aqui encontro boa poesia, que aqui me trás.
UM ABRAÇO
Nem sempre palavras leva-as o vento... Ainda bem!
abraço!
É esta certeza que te faz mais humilde em suas expressões e sentires.
Beijos de Lua.
Já dizia Pessoa, que de tudo ficavam três coisas... e não eram três certezas que o tempo também interceptaria?!...
Não me admira, Vieira que tenha esgotado...
Beijinhos
Olá Vieira, adoro poemas interrogativos! A certeza da força dos elementos sobre nossa natureza humana, brota com força pelas entrelinhas de seus versos... Lindo isso! Beijos.
E quantas certezas nos restarão, amigo, com esse passar impessoal do tempo? :) Parabéns, mais um belo poema.
Gosto muito do seus poemas. E, não não me importo que "brinque com o meu Blogue" SÓ TIVE PENA DE NÃO ONSEGUIR ACEDER AO LINK QUE ME DEIXOU.
TENTAREI MAIS TARDE.
OBRIGADA
As repetições parecem remeter para uma certeza, mas ela mesma parece evadir-se, esquivando-se por entre os dedos antes de ser apanhada, restando o rumor.
Vieira,
é essa certeza de encontrar sempre coisas lindas que o vento me sopra, tempos em tempos, aos braços serenos dos seus versos.
Lindo o poema.
Parabéns!
HF.
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